quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ditadura da Televisão

As redes de televisão são o retrato da evolução pelo qual nosso mundo está passando, a velocidade com que uma informação é transmitida e o número de pessoas que ela pode atingir é impressionante, mas é assustador também o poder de persuasão que elas possuem.

Domingo, 07 de Novembro, o Fantástico transmitido pela Rede Globo, mostrou uma reportagem sobre as raves (festas de música eletrônica) que acontecem pelo Brasil e há pouco tempo atrás a Rede Record (do ‘Santo Edir Macedo’) também mostrou uma reportagem parecida. Para as pessoas que nunca foram em uma rave de verdade, depois de ver essas reportagens apelativas, nunca mais vão querer ir.

O fato é que o preconceito com as raves é enorme, mas nem todo mundo percebe isso.

- Porque apenas nestas festas de música eletrônica a polícia faz blitz nas proximidades?

- Porque não fazem reportagem do tráfico de drogas que acontece dentro dos bailes funk?

- Porque não filmam as infinitas brigas que os funkeiros formam dentro dos bailes?

- Porque nas portas das ‘Chopadas’ a policia não faz blitz, pra tomar a carteira de quem estiver embriagado dirigindo?

- Porque não filmam as brigas que os ‘marombados’, ‘bombados’ ou se preferir ‘playboys’ arrumam dentro das micaretas?

- Porque só filmam a pessoa que está sob efeito de Ecstasy ou LSD e não as pessoas alucinadas em Crack ou Cocaína ou até mesmo o álcool?

- Porque a proibição das raves é o sonho de qualquer prefeito e os bailes funks, chopadas e micaretas não?

As pessoas esquecem que assim como nos bailes funk, chopadas e micaretas, nas raves muitas pessoas vão para aproveitar a música, curtem a música, mas quando se fala em rave a primeira coisa que pensam é em overdose. Ninguém na rave ou em qualquer outra festa usa droga sem querer ou obrigada, usa droga porque quer, porque sente vontade de experimentar. Se as pessoas reparassem bem iam ver que em micareta, funk e chopada também rola as mesmas drogas, mas como a rave pegou a fama, as outras festas passam despercebidas.

As blitz eu concordo que exista, mas não só nas raves. A solução não é proibir as raves e coibir o tráfico de drogas nas festas (TODOS OS TIPOS DE FESTAS)

Eu não vou deixar de ir e muito menos deixar de gostar de rave por que a ‘Rede Globo de Alienação’ ou a ‘Rede Recorde de Arrecadação de Dinheiro dos Fiéis’ faz ‘campanha’ contra a organização destas festas.

Vai quem quer, usa droga quem quer e concorda com esse texto que quiser também.

Manifesto pela Liberdade da Musica Eletronica e das RAVEs

http://www.youtube.com/watch?v=SWBgH4OPCyQ


Daniel Ruffo

10 de Novembro de 2010, 09:45 AM.

sábado, 23 de outubro de 2010

Eu penso ou imagino?


Ontem (29/08) durante o dia um amigo meu colocou no status dele do Facebook: ‘A imaginação é mais importante do que o conhecimento’. Essa frase é de ninguém menos que Albert Einstein e logo que ele jogou essa frase lá, uma das nossas professoras da Faculdade respondeu: “não é não! “ Eu que pouco gosto de expressar minhas opiniões retruquei e aqui vou tentar explicar minha opinião.

Eu disse a ela que o dom também conta, mas isso entra mais no contexto lá da faculdade. Design não surge só do conhecimento muito menos só da imaginação, o dom é essencial. Enfim voltando ao conhecimento e a imaginação propriamente ditos, quem inventou a roda? Quem inventou o fogo? Quem inventou os números? São perguntas simples para explicar e exemplificar a frase que o Filipe postou.

Quem inventou a roda estava precisando dela, mas não tinha conhecimento nenhum sobre algo parecido. No mínimo ele ficou olhando para o problema e imaginando possibilidades de resolvê-lo. Assim o fez. No tempo em que não existia o fogo, não existiam meios para se pesquisar sobre algo, muito menos outra pessoa capaz de ensinar. O ‘danado’ que pegou uma pedra e bateu na outra simplesmente imaginou isso e fez (isso encaixa até com aquela frase: Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez). Quem inventou os números não sabia contar, não tinha idéia do que seria isso, mas em vista da necessidade de enumerar seus animais, suas terras ou suas plantações, ele imaginou algo e surgiram então os primeiros números.

O conhecimento é importante sim, não nego isso, mas é algo que caminha um pouco atrás da imaginação. O conhecimento se explica se exercita e se limita, mas e a imaginação?

Já viu algum teste de imaginação? A imaginação não se exercita, no máximo você consegue estimular. Tem gente que tem a mente fértil, outras não e talvez as pessoas que não tem muita imaginação tenham um conhecimento absurdo sobre diversos assuntos.

Alguma Lei da física ou da química explica a imaginação? Tudo bem que nós enxergamos e ouvimos diversas coisas e isso estimula a imaginação, mas tem cego surdo e mudo que faz obras incríveis de arte. Tem músicos que são surdos mudos.

Conte uma história para duas crianças e mande-as desenhar sobre o que ouviram. Será que os desenhos vão ser idênticos? Obviamente não, cada uma delas vai imaginar uma coisa do que ouviu, vai absorver uma coisa e assim também funciona com os adultos. Pensar e imaginar são coisas diferentes.

O pensamento surge a partir de informações que você já absorveu em algum momento, mas quando você se depara com algo nunca visto, instantaneamente você imagina algo relacionado ao fato. Claro que em algumas pessoas não é tão instantâneo, costuma acontecer de algumas pessoas ficarem estáticas, sem ação, simplesmente por pura falta de imaginação e conhecimento talvez ela tenha de sobra.

É isso que eu penso sobre conhecimento e imaginação ou é isso que eu imagino sobre esse assunto. Não sou nenhum especialista que se mata de estudar pra definir esses tipos de coisas, então digamos que é o que eu imagino ser dentro do meu limitado conhecimento sobre o mesmo.


Daniel Ruffo

30 de Agosto, 12:27PM

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Um sonho!



Um sonho que se realiza.
Vão dizer que sou doido, por preencher meia perna com tatuagem.
Vão dizer que não vou arrumar emprego etc.

POUCO IMPORTA.

O importante é estar de alma limpa, coração puro, mente aberta e feliz com a vida.

E o resto? Eu corro atras.

Realize suas vontades, só assim você vai ser feliz!




Daniel Ruffo
23 de Setembro de 2010, 00:00

sábado, 11 de setembro de 2010

Aonde o Brasil vai parar?

Hoje (agora pouco) navegando pelo site do Globo.com vi um link de uma reportagem que me chamou atenção: 'R$520,00 reais por uma vida.'. A reportagem (de Martha Mendonça, com Cristiane Segatto) que foi publicada na revista Época (11/setembro/2010) conta o drama de um garoto de quatorze anos que morava com os pais no suburbio do Rio de Janeiro. Esse garoto chamado Fabio de Souza faleceu faz um mês e querem saber qual o motivo? é digno de nojo. O garoto precisava simplesmente de um concentrador de oxigênio. Nome complexo não é? Mas isso se trata simplesmente de um cilindro de aluminio que se comprado custaria em torno de R$50,00 reais e a carga de oxigênio mensal R$40,00 reais. Acontece que infelizmente os pais desse menino não tinham como comprar o aparelho. Com a ajuda de alguns médicos (que de certa forma vou ter que criticar depois) conseguiu um laudo que informava da importancia do aparelho. Com esse documento entraram na justiça afim de conseguir o mesmo junto a União,o Estado ou o Municipio do Rio e a partir daí começou o jogo de empurra. Mesmo com um mandado judicial os pais do garoto não conseguiram o equipamento. O final da história vocês já imaginam. O menino teve mais uma de suas crises respiratórias e fatalmente dessa vez não foi controlada. Eu me pergunto três coisas: - Porque os(as) médicos(as) vendo que a situção do garoto era delicada e sabendo que o aparelho não tinha sido providenciado pelos Orgãos Podres e Publicos, não o doaram? Não seria necessário nem fazer "vaquinha" no hospital pra comprar sendo que o salario de um médico não é tão baixo. - Porque a Defensoria Publica que procurou a familia para saber se o mandado judicial foi acatado, sabendo do mesmo não por conta própria comprou o aparelho? Era só simplesmente depois recolher o aparelho que o Governo ou sei lá qual entidade deveria entregar. - Onde nosso país vai parar??? O aparelho do menino Fábio custaria a principio R$ 90,00 reais para os cofres publicos ( contando apenas uma recarga de oxigênio do cilindro), porém o Governo em situações desse tipo não compra o aparelho. Aluga. E sabe por quanto? R$520,00 reais mensais. Por isso o titulo da reportagem: R$520,00 reais por uma vida. É lamentável que nosso país tenha chegado a esse ponto. :S Isso deve acontecer em outro países também e nem ficamos sabendo, então o lamento deve ser pelo ponto que o nosso mundo chegou. Fica aqui minha indignação para com esses podres Orgãos Públicos do nosso país.


Daniel Ruffo
11 de Setembro de 2010. 17:50 PM

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Que a loucura tome conta de mim!



Ultimamente tenho me questionado quando vou deitar pra dormir: quanto tempo eu vou viver se continuar fazendo tudo que tenho feito? Bem que falam:“cabeça vazia é oficina do diabo”. Se ao invés de pensar nisso eu estivesse fazendo tudo que eu to com vontade de fazer me sentiria mais tranqüilo pra dormir.
Alguém fica feliz e satisfeito quando deixa de fazer alguma coisa que está com muita vontade? Com certeza não. Então por que não faz? (Por favor, quando falo em vontades, isso não abrange matar alguém, seqüestrar, bater, maltratar.) O fato é que as pessoas muitas vezes se preocupam com o que aquilo pode causar para o futuro dela. Se esquecem que podem morrer assim que saem de casa, tropeçar no meio feio e cair de cabeça, ser atropelado, ser atingido por uma bala perdida dentro do ônibus ou do carro. Eu particularmente nunca ouvi falar de alguém que tenha morrido porque bebeu a noite toda e no outro dia não acordou, ou de alguém que tenha feito sexo a noite toda ou o dia todo e morreu pelado esticado numa cama depois de infinitos orgasmos (se isso já aconteceu, eu invejo o sujeito), alguém que dançou de mais e morreu de cansaço.
Algumas pessoas preferem viver cem anos de uma vida limitada, sem beber, fumar, transar, dançar, exagerar em algo que não seja ficar em casa olhando o tempo passar. Se você não quer fazer nada na vida (além de trabalhar e estudar), pra que você vai viver cem anos? Se privando, se controlando em tudo. Um pouco de loucura não mata, muito menos leva ninguém para o hospício.
Eu quero mais é que a loucura tome conta de mim, quero me esbanjar de tudo que penso ser bom e se não for, pelo menos não fiquei com vontade. Vou aproveitar de tudo, do álcool tomar até a ultima gota, do cigarro o ultimo trago, do sexo aproveitar até o ultimo gemido de prazer... da vida aproveitar até o ultimo suspiro, porque se eu morrer vou ir feliz e pra onde eu vou pouco importa, o inferno deixou de ser inferno depois que o Mundo se tornou Imundo.
Que minha vida seja curta, mas que eu aproveite ela até a ultima luz que eu enxergar.


Daniel Ruffo
4 de Setembro de 2010, 00:15 AM

sábado, 28 de agosto de 2010

O humor venceu desta vez?

Até que emfim a união fez a força ao invés de só o Açucar.rsrs

Depois de uma grande passeata que os humorista fizeram no Rio de Janeiro,
O Ministro do STF Carlos Ayres Britto, liberou o humor politico durante o periodo das eleições.

Parabéns Senhor Ministro. Agora avisa para os politicos que a palhaçada vai ficar por conta dos profissionais do humor.
Agora sobra mais tempo pra eles trabalharem direito.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pelo visto não sou o unico!



(...) “A moral não lhe suscita problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens. Sua religiosidade consiste em espantar-se, em extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, revelando uma inteligência tão superior que todos os pensamentos humanos e todo seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser seu nada irrisório.” (...)
Albert Einstein

O trecho acima serve apenas para firmar o que eu escrevi no texto: “Alguém me explica o que é religião?

(...) “Que fique claro abandonei a igreja, não abandonei Deus. ’ (...)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Agora vai faltar só uma mordaça, para calar a boca do povo!


Hoje li um trecho de uma matéria em um site que me deixou ainda mais revoltado com a questão da política e das leis que regem nosso país. A matéria falava sobre uma lei que proíbe os humoristas de fazê-lo em época de eleições, com assuntos pertinentes ao mesmo. Da pra acreditar? Isso é uma vergonha para nosso país. A nossa liberdade de expressão está cada vez mais sendo limitada. Daqui um tempo não vão deixar publicar ou apenas relembrar em nossos telejornais, os escândalos pelos quais os políticos já participaram. Imagina isso? Você ser privado de saber se seu candidato ‘favorito’ tem um passado limpo na política ou se está até hoje roubando do povo. Tudo bem que seria uma perda de tempo, até que me provem, ainda não achei ou fiquei sabendo de nenhum candidato que tenha um passado exemplar na política. Não estou dizendo que não exista, apenas relatando que ainda não vi. Pra mim é tudo ‘farinha do mesmo saco’, que me perdoe os que não são ladrões e que eu ainda não os conheço, espero que os senhores tomem o poder e façam acontecer, mas até então são todos corruptos pra mim.
Se as leis fossem votadas não só por parlamentares, que acabam escolhendo o que vai ser melhor para eles, mas pelo voto popular. Não fizeram o senso para saber o que o povo achava sobre o porte de armas? Então, coloca essas leis absurdas para o povo decidir se vai se bom ou não. Vamos ter que ir votar quase todo mês, mas pelo menos estaríamos escolhendo o melhor ou o que julgamos melhor, ao invés de deixar nas mãos dos imundos corruptos.








Daniel Ruffo
23 de Agosto de 2010, 20:19 PM

Se alguém te disser que é impossível, que é proíbido, que é anormal... você vai deixar de fazer? Vai se recolher a ficar somente na vontade?
Nada é impossivel, nada é proibido e tudo pode deixar de ser anormal a partir do momento que alguém o faça.

Faça tudo, de tudo, seja tudo, não imponha limites pra sua vida, pois ela é curta demais para se dar ao luxo de escolher o momento certo!

Alguém me explica o que é religião?

Alguém me explica o que é religião? Alguém consegue essa façanha? Porque temos tantas religiões? Não sei se vou ser radical, mas penso que seja algo do tipo, imposição e hereditariedade. Não sou louco, nem sou nenhum ateu, muito menos tenho aversão a Deus, mas vou explicar o porquê dessas duas palavras.

Independente da sua religião hoje. Por que você participa dela? Alguém por acaso quando você era pequeno trouxe um ‘portfólio’ de religiões para você escolher? Não duvido que daqui a um tempo isso vá acontecer, mas até então não acredito que tenha ocorrido fato parecido. Você escolheu por dois motivos: seus pais participam dela ou por influencia de algum amigo. Na maioria das vezes você entra para uma religião por que seus pais já estão nela. Nem sempre eles te impõem isso, mas muitas vezes você não tem muita escolhe. Sua mãe ou seu pai não iria te deixar em casa sozinho antes de você completar pelo menos oito anos de idade. Talvez por isso você crie esse hábito de freqüentar a igreja sempre, ou seja, você é de tal religião por ‘hereditariedade’. Com seus avos foi assim, seus pais também e você foi para o mesmo caminho. Alguns pais, porém, te obrigam a ir a igreja, aí sua relação com a igreja existe por “imposição”.

Eu não posso falar nada do que não conheço, mas como eu cresci dentro de uma igreja católica posso criticar algumas coisas que me fizeram abandonar a igreja.

Que fique claro abandonei a igreja, não abandonei Deus.

Na minha opinião a Igreja deveria ser um lugar onde inveja não pudesse existir, brigas deveriam ser praticamente extintas, o ‘poder’ não deveria ser apontado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas e o principal, a prestação de contas em relação ao dinheiro que a igreja arrecada deveria ser para todos ficarem sabendo. Sabendo de tudo!
Eu me questiono um pouco sobre os homens que falam por Deus. Na igreja católica os padres e na evangélica os pastores. Sendo eles meros humanos, por que tem tanto poder de falar de ou por Deus? De ditar a você uma penitência pelos seus pecados? Dizer a você o que é certo e o que é errado?
O que difere um padre de um fiel são apenas os anos de vida que o padre abriu mão de ‘viver’ para aprender ou pelo menos tentar, sobre a igreja católica. Mas sendo apenas por isso, daqui um tempo vai ter tutorial na internet de como ser padre. Você segue pelo tutorial e vai contando o tempo que isso demora, quando completar o tempo que um padre fica no seminário em média, você está apto para o mesmo. Simples? Mas nem por isso você seria a ‘boca de Deus’ no mundo. Padres podem não cometer todos os pecados que, por exemplo, eu cometo, mas não peca só quem pratica um ato, quem pensa também. Eu posso pensar em matar alguém que me fez algo, o padre não vai ler meu pensamento, Deus sim. Mas mesmo assim o padre vai me dar uma penitência pelos pecados que eu confessar para ele, pensando que estou saindo dali livre dos meus pecados. Um padre confessa com outro padre, será que todos os pecados são ditos? E se de todos os pecados um estiver entre os sete capitais? O padre que ouvir vai contar para outro padre, ou para outro bispo? Mas o que você confessa para um padre não é segredo? Como que faz? Será que existe uma tabela de pecados dos quais de forma alguma um padre pode deixar de contar para alguém? Eu aprendi no catecismo que era sigilo, mas agora até eu fiquei na dúvida. Enfim não entra na minha cabeça que um ser humano tenha o poder e o direito de ‘falar’ por Deus, por que ficou sei lá quanto tempo ‘dentro’ de um seminário estudando Teologia, a bíblia, etc. Alguém vai falar: ‘Mas a homília do padre fulano de tal é tão boa!’ Experimenta ler o mesmo texto de hoje até o próximo sábado, fale pra alguém sobre ele no domingo e repita isso todos os anos. Você vai se surpreender com seu potencial. Eu confesso que quase decorei alguns evangelhos e leituras, não estou falando que decorar e comentar um texto sejam a mesma coisa, mas tenho certeza que consigo falar melhor que muito padre que já vi presidindo uma celebração.

Não posso deixar de comentar também sobre a igreja evangélica. Nunca freqüentei, mas tenho amigos que pertencem à mesma e me contam certos hábitos. A começar por uma coisa:

A igreja evangélica tem um dono e ele não é Deus! O nome dele é Edir Macedo e está ‘com os bolsos cheios de dinheiro de seus amáveis fiéis’.

Será que só quem está de fora que enxerga isso? Isso também não entra na minha cabeça.
Um dia um amigo me contou que do salário dele de quatrocentos e cinqüenta reais, todo mês ele entregava para o pastor entre setenta e oitenta reais. O meu olho quase saltou do lugar onde habitualmente ele fica. Eu que ganho pouco mais que isso, quando acontece um imprevisto e tenho que gastar oitenta reais a mais já me faz falta, imagina pra ele. Um tempo depois o mesmo me disse o seguinte: ‘Estou feliz pelo meu pastor, hoje ele chegou lá na igreja com o carro novo que ele comprou. Ele estava tão feliz!’. O imbecíl não percebe que com os oitenta reais que ele entrega todo mês pro pastor e mais o que os inúmeros fiéis ‘doam’ rindo à toa, achando que estão comprando um pedacinho do céu, o tal pastor esta pagando as prestações do carro dele e os outros que infelizmente não tem uma situação financeira muito boa continuam andando de ônibus. Será que eles acham que o pastor vai dar carona pra todo mundo? Vai emprestar o carro quando algum fiel precisar ou pedir por simples luxo?
No meu entendimento o que ocorre dentro da igreja evangélica é uma lavagem cerebral muito, mais muito forte. Hoje em dia você vê igreja evangélica pra todo lado.
Em uma das ruas do meu bairro existe quase uma competição de qual igreja que ‘louva’ mais alto, deve ter no mínimo umas quatro igrejas por ali e três delas estão ocupando simples garagens. Se existe uma IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS imensa no centro da cidade porque que eles abrem igrejas emparedadas umas com as outras nos bairros? E quem são os pastores dessas igrejas de bairros? Tem algum curso para ser pastor? Um conhecido da minha família que se deu bem montou uma igreja pra ele e hoje já ta com casa toda reformada e anda de carro zero quilometro pra todo lado. Porém já tem uma vizinha minha que já foi pastora, durou um tempinho a ‘igreja’, até o dia que o aluguel da casa onde era a igreja, que por sinal era nos fundos da casa dela, fez falta no final do mês. Porque ela não doou o aluguel em prol da igreja? Olha que bonito seria, que exemplo para seus fieis. Duvido que ela tenha pensado nisso, o dinheiro falou mais alto, como sempre. Assim como na política, ninguém vai abrir uma igreja ou vai dedicar sua total disponibilidade de tempo a igreja por hob ou por que quer o bem dos outros, seja a igreja evangélica ou católica. Sempre tem dinheiro no meio da história. Sempre ouvi dizer sobre igrejas e acho muito interessante: “Banco Mundial do Reino de Deus”, “Pequenas Igrejas Grandes Negócios”. Acredito nessas duas frases até que me provem o contrário.

Eu tenho certeza que um fiel católico ou um fiel evangélico que ler esse texto vai pensar que eu sou um herege, vão logo pensar em me indicar para uma sessão de descarrego (o que também eu não acredito que tenha gente capaz no mundo de fazer com ninguém), mas eu estou apenas falando o que eu penso. Eu acredito que exista Deus, acredito que exista um capeta ou um satanás se preferir, eu não acredito é nos seres humanos que teimam que são capazes de falar ou agir em nome de qualquer um deles.

Faça o que eu faço, mas não siga o que escrevo, a não ser que suas opiniões sejam pelo menos parecidas com as minhas. Muita gente pensa diferente de mim, não as critico muito menos repudio, espero que ao menos isso façam como eu.







Daniel Ruffo
23 de Agosto de 2010, 14:00 PM

sábado, 21 de agosto de 2010

De tudo que eu quero o maior é o Mundo mas o melhor é a liberadade!

A coisa a qual mais deve-se preservar é a Liberdade, seja ela de escolha, de expressão, de informação... Se existisse uma total liberdade, talvez até a lua já estaria habitada!

Quem tem olhos que leia, mas quem tem opinião, que escreva!

Mais um ano eleitoral em nosso país, com candidatos novos, com os velhos conhecidos do povo e com os partidos que dominam tudo desde que minha falecida avó andava de bicicleta. Será que dessa vez muda alguma coisa? Será que dessa vez nosso voto vai fazer a diferença? Será que seu candidato, caso ganhe, vai fazer tudo que prometeu, ou vai ser só ‘mais um João’?
Essa semana começou a propaganda eleitoral obrigatória. Como será que está a audiência? Eu particularmente já não vejo TV com a programação normal, agora muito menos. Propaganda eleitoral virou quase uma ‘Show de Comédia’, ou algo próximo disso. Alguns até fazem umas piadas que além de engraçadas, tem um certo ponto critico interessante, fundamentado, inteligente até. Um exemplo disso, durante a semana recebi um email com o slogan do Tiririca, que eu nem sei candidato a que ele é, e pouco me importa, mas ele quase conseguiu meu voto com o slogan de campanha dele: ‘Vote no Tiririca, porque pior do que está não fica!’. Perfeito! Mas você votaria? Já imaginou um candidato que já entra no poder pensando que ‘pior do está não fica’? Pelo menos ele está falando uma verdade, as coisas só pioram agora se quem entrar lá vender o país a prazo no carnê e ainda por cima pra outro país de terceiro mundo, subdesenvolvido.

Política parece ser uma ‘doença’, é impressionante como a maioria dos candidatos que tomam o poder teimam em roubar dinheiro do povo. E o que me deixa mais indignado é como que boa parte do povo não enxerga isso. Hoje em dia quem se candidata não o faz pensando em ajudar o povo, eles querem é fazer um ‘pezinho de meia’, garantir o futuro da família, dos parentes, etc. e tem sempre um bobo que acredita nas promessas e vota no dito cujo. Nas ultimas eleições aconteceu uma situação inusitada que infelizmente eu tive que presenciar. Um candidato conhecido no em um bairro próximo ao meu bairro, que por sinal eu nunca tinha visto e muito menos ouvido falar, se candidatou a vereador se eu não me engano. O cara simplesmente virou um cristão assíduo da igreja perto da minha casa, até seminário e palestra sobre religiosidade ele fez. Virou amigo de todo mundo, por fim eu até enjoei da cara dele, de tanto que o via. E ele fez uma ‘campanha’ tão forte que só faltou o pároco pedir voto pra ele durante a homilia, por que os cristãos da igreja já estavam todos convencidos que ele era ‘O Candidato’. Coitados, pobres de opinião. No fim da história, o tal Cristão Palestrante Religioso Assíduo Amigo de Todo Mundo e Candidato a Vereador perdeu as eleições. Deu vontade de ir lá à frete da igreja no final da celebração e perguntar pro povo: ô gente cadê o fulano? Lembram dele? De quando ele candidatou e ficou rodeando todo mundo pra conseguir voto? Lembram que até palestra sobre coisas de Deus ele deu? Onde que ele está agora? Eu não o vejo mais, não me procurou mais para saber meus planos para o futuro, se eu vou precisar de alguém ‘influente’ na política. O cara hoje voltou a ser um ‘Zé Ninguém’, me desculpe pelas palavras, mas hoje em dia ele ‘não fede nem cheira’, passa pelo povo da igreja como se eles nem existissem pra ele. Eu tenho certeza que isso não acontece só no meu bairro, isso acontece em todos os lugares no Brasil e no mundo, mas parece que ninguém percebe isso e é uma coisa que está tão escancarado pra todo mundo ver.

O TRE faz uma campanha absurda em todas as eleições, falando que o voto é importante, pra ninguém votar em branco ou nulo ou deixar de votar. Em partes eu até concordo que votar é importante, apesar de que se é direito de todo mundo, ninguém deveria ser obrigado a votar. Mas porque que temos apenas o direito de colocar alguém no poder? Aí vem um e fala: ‘Mas nós podemos tirar sim quem tiver no poder!’ Só me resta a perguntar: Como!? O Fernando Henrique ganhou para presidente, a inflação foi lá no topo, todo mundo reclamou absurdos dele, mas ele não saiu do poder e ainda por cima ganhou as eleições seguintes e ficou por mais quatro anos. Entrou o Lula, pouco mudou, diga-se de passagem, e ele ficou quatro anos com o povo falando que o Lula era burro etc. ele ganhou as eleições seguintes e rolou até um boato agora no final de 2009, para estender o mandato dele. Se em oito anos ninguém o tirou de lá, com doze alguém tira? Com dezesseis alguém tira? Na minha opinião eleições deveriam ser de dois em dois anos, se o cara que está lá estiver trabalhando bem, que ele ganhe para ficar mais dois anos, mas se ele não está agradando, que saia e entre outro para tentar fazer melhor. Alguém vai falar: ‘Mas dois anos é pouco tempo para mudar alguma coisa. ’ Eu pergunto: O que mudou nos últimos oito anos? Da vontade de rir quando falo isso. O povo não tem que esperar quatro ou oito anos para que mude algo para melhor no nosso país, quem estiver no poder é que tem que correr atrás, batalhar lá pra conseguir algo melhor, que seja oito, quatro ou até mesmo dois anos. O tempo que durar o mandado não importa, tem que fazer pra hoje, ‘pra ontem’ como dizem os mais experientes.

Já esta na hora do povo tomar uma atitude, se oitenta por cento da população que vota, o fizesse em branco ou nulo, alguém ia se perguntar lá em Brasília: Opa! O que está acontecendo? Onde estão àqueles infinitos votos da ultima eleição? Oitenta por cento em branco/nulo? Todo mundo ficaria boquiaberto com a situação. Será que o atual presidente mandaria a policia prender todo o povo que votou em branco? Mas meu voto é secreto ninguém pode investigar se eu votei em alguém ou branco/nulo para me prender e votar em branco é direito de qualquer um, se não fosse pra votar, não deviam colocar aquela tecla branca na urna eletrônica. Se mandasse prender o país iria parar e iam ter que construir inúmeros presídios. E quem ia construir? Se esses oitenta por cento votassem em branco ou nulo, a única coisa que iria acontecer é que a câmara junto com o TRE estudaria projetos de lei para as próximas eleições. Ou passaria a ser proibido votar em branco e o voto seria terminantemente obrigatório, sujeito a prisão ou então mudaria a forma de eleição no país. A última por sinal a mais sensata, seria a única que surtiria efeito positivo no país.

Mas isso tudo que eu escrevi vai demorar a mudar, se continuar a existir o imenso poder dos partidos políticos existentes no Brasil. Podemos até conseguir mudar, mas o país inteiro teria que se unir de uma forma que nunca aconteceu antes na história.

Não quero que ninguém vote em branco ou nulo porque leu esse texto, mas se achar que não vale à pena confiar em alguém que só aparece nas épocas de eleições, vote em branco e tenha certeza de que pelo menos você não está contribuindo para os escândalos e roubalheiras que estão acontecendo na nossa política.



Quem tem olhos que leia, mas quem tem opinião, que escreva!










Daniel Ruffo
18 de Agosto de 2010.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Primeiro Post

Boa noite ae

Ta aí o primeiro texto dos muitos que iram aparecer por aqui.
Não só textos mas também, montagens e fotos que venham surgir apartir de hoje.

Podem criticar a vontade.


Um tanto quanto diferente.

É complicado dizer o que está acontecendo. Fecho o olho e me imagino desaparecendo no mundo, deixando tudo para trás, vivendo a minha vida, sozinho. A vontade é de sumir. Não é sumir pra ficar a toa, ser um vagabundo. É sumir pra fazer o que der vontade, fazer o que eu penso ser bom, correr atrás do que e de quem eu quiser. Ser eu, simplesmente eu, sem influência de nada nem ninguém, ser o que eu tenho vontade de ser. Não estou falando de profissão, porque não adianta ser bem sucedido e não ser feliz. O importante não é ter tudo e sim ser tudo, realizar tudo, é isso que eu quero, é isso que eu estou pensando o tempo todo ultimamente. Se talvez as pessoas fossem um pouco mais compreensivas com as opiniões dos outros, se ao invés de dizer: ‘você é louco não tem juízo algum, que idéia é essa?’ elas retrucassem apenas com um ‘discordo de você, mas boa sorte e se precisar de ajuda para alguma coisa que esteja dentro dos meus poderes, pode contar comigo’.

Às vezes é intrigante ver como que com certas pessoas uma conversa de trinta minutos é um martírio, vira briga ou discussão e com outras, um dia ou uma noite inteira de conversa jogada fora é um descanso pra alma, um alívio para o espírito. Não que as pessoas difíceis de entender sejam menos importantes, muito pelo contrario ainda mais se for caso de ser pai ou mãe, ou como qualquer amizade, mas talvez eles não reparem que pai, mãe e filho também deveriam ser amigos e deveriam ter uma amizade mais forte ainda do que a amizade de amigos.

Amizades que são feitas durante a vida, de trocar confidencias, sem o julgamento critico, como se você tivesse que ser perfeito ou algo próximo disso! Mas se você mal consegue conversar, como você vai contar um segredo?Como vai contar uma história engraçada, uma loucura, um problema que está te fazendo mal? Vai tentar contar um plano que você tem de vida que talvez seja diferente do que seus pais pensam para você. Consegue imaginar a situação? A guerra que você assinaria dentro de casa? Entraria novamente a questão da opinião. Eles podem não achar que o que você esta pensando é certo, mas de forma alguma eles podem te obrigar a mudar de opinião, podem falar o que eles pensam, mas você tem direito, de mudar sim de opinião, quando você achar que deve, que está na hora de mudar. Aí vem alguém e indaga: ‘ mas e se for tarde demais?’ eu diria: ’ tudo tem um risco calculado, do mesmo jeito que ocorre quando você tenta aprender andar de bicicleta quando é criança, seus pais sempre dizem, ‘ pra aprender você vai ter que cair’ e te deixam livres pra aprender, e se em uma dessas tentativas você sofrer um acidente? Pode ser um ‘tombinho’ de nada, mas e se não for? Eles vão chorar pro resto da vida? Vão se matar? Vão tentar matar alguém? Jogar a culpa em alguém? Aposto que vão simplesmente aprender!
Os erros servem para isso, servem de aprendizado. Se não for você quem vai aprender, alguém vai tirar uma lição do acontecido, mas sempre alguém aprende.

Muitas pessoas já fracassaram na vida porque ficaram com medo de ousar, de tentar ser diferente, fugir do normal, do óbvio, do previsível, do mesmo jeito que muitas também tiveram sucesso ao manter uma linha de pensamento, onde deixaram de fazer uma coisa para conseguir outra. Mas e as pessoas que tentaram de tudo e tiveram sucesso? Com certeza elas não conseguiram tudo que queriam, mas fizeram tudo que tiveram vontade de fazer, e com as tentativas que não deram certo eles aprenderam e continuaram a tentar e por fim conseguiram ser felizes ou estão até hoje felizes por estar fazendo tudo que tem vontade de fazer. Que fique claro que esse trecho: ’tudo que tem vontade de fazer’ não é nenhum absurdo, quem nunca teve vontade de encher a cara, beber até cair? Sair pra rua sem planos de voltar cedo? Quem nunca teve vontade de tentar a vida em outra cidade, em outro estado ou até mesmo em outro país? Sair da rotina? Tirar um dia de folga e dormir o dia todo, ou não tirar folga e virar a noite em um projeto, um empreendimento, ou até mesmo em uma noitada, gandaias e depois ir trabalhar esgotado de cansaço?
São coisas simples que qualquer ser humano pode ter vontade, e muitas vezes não fazem com medo da repreensão, do julgamento alheio. Se esquecem que todas as pessoas no mundo podem pensar algo de você independente do que você faça. Uns vão pensar bem, outros mal e pra outros o que você fizer nem vai fazer diferença. Para quem pensa bem ou mal de você: será que realmente te conhecem? Será que convive o suficiente com você para saber da sua conduta, da sua índole, do seu caráter? Será que sabe dos seus problemas, do seu passado, do que você quer para o futuro?
Já pensou se para ter uma amizade você precisasse preencher uma ficha de cadastro?
Qual seu nome? Data de Nascimento? Você gosta de que? Faz o que da vida? Seus pais são vivos? Você mora com eles? Eles são tranqüilos ou ‘pegam no seu pé’? Você bebe? Você fuma? É usuário de drogas? Tem AIDS ou alguma DST? Você é heterossexual? Você tem pré-conceito com alguma coisa? Você é pobre? Qual a sua renda mínima? Imagine se logo de cara todas as respostas fossem diferentes do que você costuma escutar. Você aceitaria a pessoa como seu (sua) amigo (a)? Complicado? Pediria um tempo para pensar? Pediria uma consultoria de alguém “especializado” para te ajudar a escolher um amigo?

Essas perguntas todas da possível ‘ficha cadastral’ não fazem diferença alguma. O que importa é se a pessoa te trata bem, se a pessoa compartilha os problemas e as alegrias com você, se ela entende sua situação, te ampara, te coloca pra cima, compra suas brigas, briga com você quando você faz algo que não a agrada, mas logo depois fica tudo bem. Ao longo do tempo que você vai conhecendo a pessoa e se realmente for criando uma relação de amizade, tudo que ela tem de “diferente” deixa de ter importância. Você aprende a conviver com as diferenças, as brigas vão fazer parte, até com elas você vai aprender a conviver.

Agora se imagine ao invés de “recebendo fichas” você estivesse participando de um “processo de seleção” pra ser amigo de alguém. Você mentiria? Responderia o que você acha que a pessoa gostaria que um amigo tivesse ou fosse? Omitiria? Deixaria de ser o que você realmente é? Perderia sua identidade? Abriria mão das coisas que você gosta pra agradar uma pessoa que você nem sabe do que realmente gosta? Seria uma situação mais complicada ainda. Você deixou de ter a faca e o queijo na mão e passou a ser só o queijo. Se seu “sabor” não agradar você vai pro lixo. Enfim, amizade não se escolhe por uma lei definida. Amizade se escolhe com o coração, com um sentimento puro de entender e aceitar as diferenças do outro, por quem você conta as horas pra estar perto, pra conversar, brincar, ajudar. Amizade você vai ter com todos aqueles que te deixam verdadeiramente feliz por estar vivo e poder compartilhar todos os momentos.

Não quero que ninguém siga o que estou escrevendo, mas se tudo que eu escrevi deixar alguém feliz quero que essa pessoa seja feliz, realizada com o que faz e se o que faz é diferente, tenha orgulho de ser diferente, se todos fossem iguais a vida perderia a graça. Que bom que nem todo mundo pensa como eu e que bom que eu penso diferente deles, mas é uma pena que nem todo mundo aceite as pessoas diferentes.

Afinal
“felizes são os loucos que vivem pouco, mas vivem como querem!”




Daniel Ruffo
16 de Agosto de 2010.