terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Um pedido pra esse ano que começa...

O Reveillon passou, o ano virou, mas a situação ainda continua com a mesma complexidade.
A Praia 'sozinho' não foi a mesma coisa, não teve o mesmo brilho. nem a mesma graça. Passar por Piúma no caminho foi como assistir um curta metragem de uma semana fantástica que tive há dois anos atrás. Ano esse em que eu consegui ser e fazer alguém feliz, consegui deitar na minha cama todos os dias e pensar que mesmo sozinho na minha casa ela estaria em algum lugar pensando em mim, falando de mim ou talvez sonhando comigo. Ano em que eu realmente conheci a felicidade, realmente estive completo.

Eu queria muito poder voltar no tempo, poder manter tudo que eu tinha e que realmente eu podia falar que era meu. Mas infelizmente eu não consigo voltar, o que me resta e torcer pra que um dia a gente se reencontre, sem nenhuma mágoa, sem nenhum rancor, sem nenhuma tristeza a mais, que o choro desse reencontro seja de alegria, de emoção pelo abraço apertado. E que desse dia em diante a gente não se separe nunca mais. 

Durante a virada de ano, eu não tive tempo de fazer meu pedido, então eu peço agora:
Que todos os momentos de alegria ao seu lado volte, que eu consiga conquistar sua confiança, mesmo que de longe, que eu consiga manter contato com você, mesmo que só pela internet, que eu consiga te ver sempre, mesmo que pela webcam ou por foto, e que um dia eu posso te dar um abraço apertado de novo, daqueles de perder o ar, daqueles que a gente fecha os olhos e só aproveita. É o meu pedido. Eu sei que esse pedido é quase impossível de acontecer, mas já que eu posso pedir, então eu peço isso.

Sim, eu ainda te amo, mesmo fazendo um milhão de coisas erradas, eu te amo!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Até que numa manhã, eu resolvi mudar!

Sim e não.
Sim eu renasci e não quero mais ser o que eu nunca deveria ter me tornado.
Quero e vou voltar a ser o Daniel apaixonado, que não mentia, que não fugia dos anseios do coração por qualquer aventura 'calorosa'. Sim, eu assumo todos os erros que cometi desde que recebi o comunicado de que meu jeito esforçado de fazer todas as vontades de quem se gosta, fazia com que eu me tornasse um cara sem opinião, sem vontade própria, bobo e sem coragem. Sim, isso faz mais de um ano, e ainda me afetava. Sim, afetava, a partir de hoje, doze de dezembro de dois mil e doze, não vai mais me afetar. Não, não significa que estou reatando meu laços com ninguém. Significa apenas que eu vou ser o melhor Daniel que eu já fui, vou fazer valer todos os elogios que eu sempre recebia de quem não me conhecia direito e principalmente dos quem já conhecia. Não, não quero mais pisar na bola com ninguém, não vou mais trocar uma possível história de filme por um curta metragem. Não quero mais ser igualado a todos os outros homens, quero sem diferente de todos, quero que as pessoas voltem a me ver como o cara pra namorar, e não o carinha que 'passa o rodo' quando tá com os amigos. Sim, eu nunca gostei dessa 'pegação', sempre achei coisa de adolescente, sempre achei errado trair, sempre achei errado ir pela cabeça dos outros, contudo, era o que eu estava mais fazendo ultimamente, seguindo a cabeça alheia, mas, agora acabou.

Olá, muito prazer, meu nome é Daniel, eu 'morri' há pouco mais de um ano atrás, hoje eu renasci.





quinta-feira, 20 de setembro de 2012

.A minha velha mania...



Eu sempre quis tudo pra ontem. Ter que esperar me mata, me corrói por dentro. Decisões ou ações que não dependem de mim para acontecerem, essas me incomodam.
Tudo que sai da minha mão, vai para a responsabilidade de outro, e a única coisa que eu posso fazer é cobrar por respostas me deixam irritado e relativamente desanimado.

E é assim que eu estou hoje: DESANIMADO
Totalmente sem pique para esperar por respostas que provavelmente vão demorar mais umas duas semanas. Espero que isso passe, que eu me concentre em outras coisas e não jogue tudo pro alto e comece a tocar o processo do meu jeito.

Os velhos ‘defeitos’ de um ‘velho’ Daniel.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Orgulhoso

A Dezcolados tá criando forma, está encorpando, ganhando vida...
ainda não estou colhendo frutos do meu trabalho, mas continuo feliz por ver o crescimento dia após dia.

Acho que até segunda que vem (20 de Agosto) a loja entra online e aí é torcer pra galera começar a comprar.

Muito feliz com o meu trabalho!
Depois vou agradecer a cada um que tem me dado força e claro a Deus.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Meu dia rendeu hoje!


Plano de Negócio quase finalizado e mais "um milhão" de ideias que uma folha de caderno só, não deu conta.
O bom de trabalhar como o que se gosta é que a gente não se cansa e nem fica estressado por trabalhar.
Um 'insight' leva a outro 'insight' e mais outro, e se parar pra documentar cada um, no final do "expediente" dá pra ver que a criatividade depende apenas de fazer o que se gosta!

Ainda não estou ganhando dinheiro nenhum com esse negócio, mas é tanta vontade de trabalhar pra isso, que eu não vejo nenhum obstáculo que eu não consiga ultrapassar.
Nunca me vi tão criativo, tendo tantos 'insights' como tem acontecido ultimamente, eu deito na cama e não para de 'brotar' ideias. Cheguei num ponto que se eu deito 1 hora da manhã, eu vou conseguir dormir só as 3 horas, porque fico esse tempo todo imaginando um milhão de coisas.

É como se tivesse chegado ao meu nível máximo de criatividade (espero que não seja meu nível máximo, espero que ainda tenho muitos outros níveis pela frente), não tem nada a ver com o restante das coisas que estão me acontecendo, não é porque estou solteiro, não é porque estou desempregado. Eu não estou 100% bem comigo mesmo, mas nem isso tem influenciado no meu trabalho. Parece que meu corpo tá fechado, como se eu estivesse tão "sobrecarregado" de ideias pra expôr que elas acabaram virando meu ponto de escape para todos os meus problemas.

O restante da minha vida não está bem, mas eu estou relativamente feliz por estar conseguindo fazer alguma coisa bem feita (mesmo não estando totalmente bem).

Boa noite!

sábado, 4 de junho de 2011

do tempo em que...


Eu sou do tempo em que brincadeira de criança era bolinha de gude, pipa, béti, carrinho (no máximo de flexão), brincar com terra, subir em árvore, pular corda, pique esconde, pique altura, pique pega, pique bandeira, pique cola, futebol descalço na rua ou no campinho de terra, três cortes, queimada, vôlei na rua com rede de barbante, apostar corridas tanto a pé como de bicicleta, passa anel, adedanha, amarelinha, cabra-cega, pular carniça, estátua, morto-vivo, cabo de guerra, pular eslástico, barbante invisível, carrinho de rolimã, jogar pião, colecionar figurinhas, bater bafinho, desenhar, chicotinho queimado e assim por diante.


Eu sou do tempo em que iogurte era coisa rara dentro de casa, lanche na rua era no máximo uma vez por mês, domingo era dia de maionese e frango assado, churrasco só em datas especiais (e olhe lá!), bolo de aniversário era o mais simples da Doceria Brasil, almoço ou janta era a família toda junta, o que se coloca no prato pra comer se comia, Nescau ou Toddynho era coisa rara também, merenda na escola eu levava de casa, bala e doce coisa rara também, chiclete então nem se fala, refrigerante só no domingo, durante a semana copo de água, raramente suco, café da manhã ou da tarde era só pão com margarina e café, nada de presunto e mussarela e por aí vai.

Eu sou do tempo em que pai e mãe só de olhar chamavam atenção, castigo era ficar sentado na mesa o dia todo, secar a louça do almoço era dever dos filhos, banho era contado pra economizar energia elétrica, chinelo havaina quando arrebentava coloca um arame ou um prego atravessado pra usar por mais um tempo, tênis era um por ano ou no Natal ou no dia do aniversário, pneu da bicicleta quando furava fica seis meses parado, vídeo-game era só nas férias, computador... computador eu fui ter com quase treze anos, dez horas da noite era hora de dormir (salvo quando passava algum filme bom na Tela-Quente), aparelho de DVD não existia na minha casa muito menos de VHS, toca CD também não, o que tinha era um rádio de vinil com vários discos o mais lembrado era o da Tetê Spindola (nem sei se escreve assim), roupa era a mãe que escolhia, lápis de cor era a caixinha com no máximo doze cores que se acabasse antes do final do ano ficava sem, ‘palavrão’ era um absurdo dentro de casa...e por aí vai.

Hoje em dia, criança de cinco anos já é viciada em computador e vídeo-game, almoça na frente da televisão, deixa comida no prato, café da manha é quase uma ceia de Natal, castigo é ficar sem ver televisão ou entrar na internet, os pais em sua maioria são domados pelos filhos, palavrão é coisa normal, roupas só vestem de marca, tênis e pelo menos três (por aniversário), o dinheiro da merenda no final do mês é quase meio salário mínimo, isso fora a ‘mesada’, chiclete é acessório indispensável, refrigerante é coisa fútil, água...que água o que.

E por aí vai...