A Praia 'sozinho' não foi a mesma coisa, não teve o mesmo brilho. nem a mesma graça. Passar por Piúma no caminho foi como assistir um curta metragem de uma semana fantástica que tive há dois anos atrás. Ano esse em que eu consegui ser e fazer alguém feliz, consegui deitar na minha cama todos os dias e pensar que mesmo sozinho na minha casa ela estaria em algum lugar pensando em mim, falando de mim ou talvez sonhando comigo. Ano em que eu realmente conheci a felicidade, realmente estive completo.
Eu queria muito poder voltar no tempo, poder manter tudo que eu tinha e que realmente eu podia falar que era meu. Mas infelizmente eu não consigo voltar, o que me resta e torcer pra que um dia a gente se reencontre, sem nenhuma mágoa, sem nenhum rancor, sem nenhuma tristeza a mais, que o choro desse reencontro seja de alegria, de emoção pelo abraço apertado. E que desse dia em diante a gente não se separe nunca mais.
Durante a virada de ano, eu não tive tempo de fazer meu pedido, então eu peço agora:
Que todos os momentos de alegria ao seu lado volte, que eu consiga conquistar sua confiança, mesmo que de longe, que eu consiga manter contato com você, mesmo que só pela internet, que eu consiga te ver sempre, mesmo que pela webcam ou por foto, e que um dia eu posso te dar um abraço apertado de novo, daqueles de perder o ar, daqueles que a gente fecha os olhos e só aproveita. É o meu pedido. Eu sei que esse pedido é quase impossível de acontecer, mas já que eu posso pedir, então eu peço isso.
Sim, eu ainda te amo, mesmo fazendo um milhão de coisas erradas, eu te amo!